sexta-feira, 7 de junho de 2013

APRENDIZAGEM AFETIVA/APRECIATIVA



 
Althaysy Natinai da Silva Ataide*
Fabiana Braga da Silva*
Márcia Santana Santos*
Maria Cláudia da Silva Bezerra*
Maria Josineide da Silva Alves*
Suzana Lindoso Xavier*




Quando falamos de afetividade, a princípio, pensamos na palavra amor, carinho, mais para alguns talvez não seja as primeiras palavras que venham em mente, quando se trata de aprendizagem afetiva. Pois bem, este tema é importante, pois coloca a questão das interações entre as pessoas e suas atividades, em destaque a relação professor e aluno no processo de ensino-aprendizagem, pois quando o professor se torna o principal mediador dessa afetividade em sala de aula, melhora o convívio do aluno com o professor, permitindo um relacionamento estabelecido entre a amizade e o respeito, desenvolvendo assim o seu próprio progresso físico, psíquico, espiritual e moral. Esses resultados mostram que além de mediar o aprendizado, a afetividade torna possível melhorar as relações interpessoais, fortalecendo também os laços de relacionamento com o próximo, solidariedade, generosidade, confiança entre outros aspectos, se queremos e precisamos da atenção de nosso aluno, bem como o controle da turma, para transmitir com êxito o conteúdo, temos que usar essa ferramenta, procurando entender e conhecer o aluno com suas particularidades, mostra-lo que é importante para nós e que desejamos manter um convívio harmonioso. Para Piaget (2005) a afetividade é um dos principais elementos da inteligência, sendo que a mesma tanto pode ajudar no desenvolvimento do aluno, quanto pode prejudicar pelo excesso dos pais, que ocorre na superproteção. Então pensamos: o que fazer pra que essa afetividade aconteça? Há três pontos importantes para se desenvolver essa afetividade: a questão dos limites; o resgate do cotidiano das crianças que ao longo do tempo forma se perdendo, coisas básicas como reunião familiar (não exatamente uma reunião, mais que os pais participem da vida da criança) na figura de pais, de professores, e expectativas; respeito ao ritmo do eu, ou seja, as características das diferentes fazes do desenvolvimento da criança, não podemos ter o mesmo tratamento em, se tratando de limite, ou em relação a cognição da criança, eu não posso ter a mesma atividade (afetiva/apreciativa) de uma criança de três a sete anos, com uma criança de sete a dezessete, cada fase da vida temos características diferentes, então na questão da pedagogia afetiva a proposta é uma nova condução, uma nova forma de conduzir essas crianças a luz da afetividade, olhando cada ser com sua complexidade de um ser que pensa, que sente e que age. De acordo com Cunha (2008), é importante que o professor tenha essa tarefa de procurar conhecer o seu aluno de forma particular, principalmente no que diz respeito aos estágios de desenvolvimento cognitivo de seu aluno, para que possa utilizar-se de recursos adequados, demonstrando afeto, sensibilidade, dedicação, empatia e principalmente compromisso com o que se faz e para quem se faz, facilitando assim de forma significativa o aprendizado do aluno.
Pois quando a criança sente-se amada, querida, respeitada, pelo professor que demonstra tal atitude com certeza este aluno sentirá o desejo de aprender.





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